Não é melodrama é apenas a minha realidade de existência.

sábado, fevereiro 17, 2018 Nenhum comentário




Sempre fui obcecada por finais felizes. Muitas vezes acredito que seja bem mais pela trilha sonora. Quem por acaso já viveu um amor sem trilha?  Quem nunca ouviu aquela música no repete por horas e horas, lagrimas e lagrimas?

Devaneios meus apenas?

De fato quase nunca sabemos o que vem depois do letreiro. E quando se trata de um livro, quem nunca virou a página mesmo sabendo que aquela era a ultima?

Eu estou há anos em páginas em branco da minha própria historia, porque de fato eu não acredito que exista um final feliz para mim. Não é melodrama é apenas a minha realidade de existência.

Muitas vezes olho ao meu redor e percebo olhares me julgando por ser a entusiasta do amor alheio, pois quando penso no amor em mim e em minha vida, me torno extremamente cética com o que pode acontecer a mim e a minha alma.

Sou daquelas que se sente viva ao sentir aquele frio na barriga, que sente se tremer toda ao perceber que a pessoa está presa no mesmo ambiente que eu, que sabe que a pessoa chegou somente pelo perfume. Sou aquela capaz de encontrar em um mar de gente a pessoa que faz meu coração querer sair pela boca.

Mas acima de tudo, sou aquela que depois de sentir um turbilhão de emoções e prazeres sou a primeira a desejar a minha solidão outra vez. E por solidão entendam também liberdade.

O que é a Liberdade em pequenos fragmentos?

Liberdade substantivo feminino, independência, vontade, movimento, soberania, autodeterminação, consciência, confiança, autonomia, satisfação, necessidades, expressão.

Não a nada na vida mais valioso que a nossa própria liberdade. Ser quem você é sem medo de julgamentos, ser quem você é sem ter vergonha de se expressar. Ser o que você é com receio de ser você e ser feliz a sua maneira.

Eu procurei o amor em tantos lugares, pessoas, situações, mas quando o encontrei era um reflexo daquilo que eu sou. Sim! Eu precisei entender, compreender, amar e aceitar a mim mesma antes de encontrar uma alma por ai para chamar de gêmea.

Eu necessitei me despedir de tudo aquilo que me fazia duvidar de mim mesma. Eu fui capaz de enxugar minhas próprias lagrimas de decepção e de tristeza. Eu me entreguei em todos os últimos abraços, mas não deixei que eles soubessem que esse era o nosso fim. Como diria Sam Smith, “eu sou boa até demais em despedidas”.

As pessoas acreditam que temos que passar nossa vida ao lado de alguém, até que a morte nos separe, mas eu ainda me pergunto, será mesmo?



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Chego até aqui realizada por ser capaz de me amar...

segunda-feira, dezembro 11, 2017 Nenhum comentário


Não sei o que acontece com essa magia de fim de ano que me deixa loucamente nostálgica, rindo e chorando de alegria e tristeza ao mesmo tempo. Vem-me a cabeça tudo o que vivi até aqui e por incrível que pareça são apenas coisas belas, obvio que existiram as coisas tristes e mais obvio ainda que elas fazem parte de mim, mas foi essas coisas que tiraram de mim o melhor que tenho para mostrar ao mundo hoje.

Não sei se agradeci pessoas suficiente nessa vida para chegar até aqui neste ponto onde me encontro, mas hoje pensei como a nossa vida parece com uma peça de teatro, está tudo acontecendo ao vivo, tem um monte de gente observando e tem aquele monte de gente nos dando suporte, nos dando ajuda, nos ensinando e acima de tudo nos dando colo e abraços quando precisamos.

Eu vivo plenamente a vida que eu escolho viver a cada dia. Eu mesma realizo meus sonhos. Eu aprendi a me a amar e ser autossuficiente. Eu tenho em minha vida as melhores pessoas que me aturam e me amam da forma que eu sou e me mostro, e eu lhes garanto que eu sou um tanto quanto impossível de lidar, mas essas pessoas que até aqui hoje permanecem comigo são fundamentais a minha vida, são essas as pessoas que estão ao meu lado por pelo menos os últimos doze anos de vida, são essas as pessoas que me apoiaram e me abraçaram no pior momento que eu vivi até hoje.

Ao longo desses anos a vida me apresentou tantos momentos que eu desejei em que minha mãe estivesse aqui para viver comigo, desejei que ela pudesse ter visto tantos shows comigo, tantos filmes no cinema. E é por isso que muitas dessas coisas eu faço sozinha.

Não sei quanto a vocês que estão lendo esse texto, mas eu não sou aquele tipo de pessoa que sai por ai fazendo um monte de amigos, mas eu mantenho na minha vida aqueles que entendem que verdadeiros amigos são amigos e sempre serão. Claro que no meio desse longo caminho algumas pessoas seguiram outras estradas, algumas delas mesmo longe permanecem tão próximas que ai a gente entende aquele tipo de amizade que você escolhe como família. Outras pessoas traçam caminhos mais e mais longe, não há mais um laço entre nossa amizade, mas dentro de nosso coração há tantas lindas histórias e momentos que a gente apenas suspira e sorri quando se lembra, e com certeza isso viverá dentro de nós para sempre, o que mais uma vez nos leva a crer em para sempre.

Nada é mais belo que dividir momentos com as pessoas que amamos, como o dia de aniversário. O primeiro pedaço de bolo. A primeira ligação de ano novo. Um abraço de carinho ou aquele abraço cheio de saudades causado pela distancia. Aquele olhar que você decifra sem nenhuma palavra. Aquele dia tão triste que a gente nem precisa dizer nada porque simplesmente a presença basta. Aquela musica na balada que só a gente entende a alegria de ouvi-la. A mesma tatuagem. Os planos de viajar juntos. A vibração de cada bom momento que vivemos (juntos ou separados). As maratonas de filmes e séries. As eternas conversas madrugadas a fora. As festinhas surpresas tão bem planejadas por mensagens.

Acredito que o natal tem o poder de fazer a gente sentir aquele alivio de missão cumprida ou aquela reparação de que um momento novo está chegando e com isso renova a nossa esperança outra vez.

Eu chego até aqui com meus tão tão esperados trinta anos, sem duas das pessoas mais  importantes para a minha vida, mas chego até aqui lutando e sobrevivendo. Chego até aqui cuidando da Stefanie e do Felippe e sendo cuidada por eles. Chego até aqui sendo a Tia Bá do Arthur. Chego até aqui lutando para ser uma filha melhor para meu pai e para ser um bom exemplo para Clarice e o Miguel. 

Chego até aqui hoje sem vergonha de dizer eu te amo as pessoas que merecem ouvir. Chego até aqui com todo meu mau humor, nojinho das coisas, ironias e momentos de verdade, mas chego sabendo que posso contar com um monte de pessoas e essas pessoas podem contar comigo.


Meu objetivo nessa vida é fazer com que alguns corações sejam tocados pelas as histórias que eu conto, sejam elas vividas por mim ou criadas madrugadas a fora!


O que te faz feliz?




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Se você estivesse aqui...

terça-feira, setembro 19, 2017 1 Comentário

Leia ouvindo: Bruises - Lewis Capaldi

"Não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, você nunca mais volta ser você mesma. Você cria uma armadura, muda de amigos, muda seu estilo musical, mudando assim até onde frequentar, mas a verdade é que na hora de voltar para casa à dor é a mesma do início, e então você descobre que não adianta fugir! Mesmo sendo uma mulher forte, sempre vão te perguntar porquê você aqui sozinha, ou até mesmo questionar sua opção sexual! Tem um momento que até você vai questionar porque está sentindo falta de algo que tanto machucou seu coração! Quando você percebe, está olhando para fora da janela, na estrada de volta para casa, numa noite de céu estrelado e não tem ninguém sentado ao seu lado, o banco está vazio, assim como você! Você se permite sentir tudo isso nesse momento, permite seu coração desacelerar, permite sua respiração ir se acalmando mais e mais! Deseja que alguma daquelas cenas que já viveu pudesse estar acontecendo agora, desaba aos poucos para que ninguém note ou até mesmo te julgue! Olha ao lado e vê aquilo que só você entende, queria que esse momento realmente tivesse existido, eu, você, à nossa volta para casa, compartilhando o mesmo fone de ouvido e de mãos entrelaçadas! Percebo que consigo respirar de novo, olho para o lado e foi só uma imaginação do que seria um momento perfeito se você estivesse aqui."









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Quem imagina que tipo de amor que a vida lhe reserva?

quinta-feira, setembro 07, 2017 Nenhum comentário

Leia ouvindo: Tom Odell

Eu já sonhei com amores tipo Romeu e Julieta, Satine e Christian, Jack e Rose, mas única coisa que pude observar nesses tipos de amor é que eles acabaram tragicamente rápidos da mesma forma como começaram. Olhei, amei, senti o melhor amor da vida por pouquíssimo tempo e morri. Amores que julgamos amores eternos, amores que suspiramos quando contamos ou escutamos esse tipo de historia. Mas o que será que teria acontecido se o jovem Romeu e sua Julieta tivessem fugido? O que teria acontecido se o Titanic tivesse chegado ao seu destino? Pergunto-me o que teria acontecido se a linda cortesã do Moulin Rouge tivesse fugido com o pobre escritor? Nenhum de nós sabe o que aconteceria porque em todas as histórias eles morreram e imortalizaram um amor que a gente jamais vai viver com alguém.

Crescemos achando que vamos encontrar um amor assim de cinema, uma tampa de panela, uma metade de laranja e eu nem gosto muito de frutas. A primeira vez que permitimos nosso coração acelerar por outro alguém, abrimos espaço em nossos devaneios de que vamos casar com nosso primeiro amor, que vamos ser felizes para sempre e esses blá blá blás que crescemos assistindo e ouvindo, mas ás vezes acontece que nosso primeiro amor pode surgir quando estamos com apenas quinze anos, e o que posso fazer nesse caso é apenas agradecer: “obrigada destino por destruir meus planos”. Não estamos psicologicamente preparados tão jovens para amar, mas o que não sabemos é que nem tão velhos nosso coração sabe lidar com essas coisas.



Se a vida fosse perfeita nosso amor surgiria assim que a gente terminasse uma faculdade e tivesse planos de vida estabelecidos. O que me recorda uma das melhores histórias de amor (na minha opinião) escrita nesse século que vivemos, “One Day – Um Dia”, conhecem?

Não sei se vocês já gostaram de alguém por tantos anos quanto à história de Emma e Dexter, mas eu posso lhes garantir é a coisa mais insana e real que pode acontecer com alguém. Você tem milhões de sonhos com a pessoa, milhões de diálogos e conversas ensaiadas no banho, são como se todos os dias na multidão você esperasse realmente encontrar essa pessoa ou como se arrumar pensando como você reagiria se por acaso se encontrassem, é como sentir o perfume e procurar a pessoa, mas nunca a encontrar porque ela não faz parte do seu dia-a-dia, é como ver alguém parecido e seu coração travar e você sentir dificuldades para respirar, mesmo sabendo que não é ele, ou como você estar em um local público cheio de gente e começar a tocar aquela música que você já ouviu vinte e quatro horas no repete secando as lágrimas e desde então não havia mais escutado e precisa respirar fundo e sorrir para não desmoronar. Isso é apenas a parte fácil de encarar acredito eu.

Diferente dos casais das outras histórias esse amor viveu. Mesmo que o fim seja tão trágico quanto às outras histórias esse é um amor que teve tempo de existir. Eu tenho certeza que se o Dexter e a Emma ficassem juntos após a festa de formatura, eles namorariam por um breve tempo e fim. O que fez o amor deles sobreviver foi à vontade de querer estar juntos e a vontade de viver cada um a sua vida e conquistar seus sonhos e objetivos já estabelecidos antes mesmo deles se conhecerem.

Durante vinte anos, sim, eu disse 20 anos, eles foram apaixonados um pelo outro, eu como mulher, me sensibilizo com a Emma e obvio que achei a vida que o Dexter viveu inadequada já que ele sabia que a Emma o amava. Mas ele foi claro desde sempre que nada aconteceria entre eles, mesmo ele também amando ela.

Gente quando duas pessoas se amam ficam juntas? Certo?


Não!

Sim, a resposta é não! Quando duas pessoas se amam e junto do amor acredito que vem o respeito que um tem pela vida do outro eles não ficam juntos até que seja o momento certo para ambos.

 Por que se o casal famoso Romeu e Julieta tivesse fugido, certeza que as famílias achariam eles e os separariam, se o navio não tivesse afundado Rose jamais desceria dele com Jack, porque sua mãe não deixaria, nem que isso custasse à infelicidade de sua filha, se a Satine fugisse com o Christian nós sabemos que o Duque nojento iria matar ele, mas se por acaso eles não se importassem ela morreria de qualquer forma já que estava doente e não havia recursos para se cuidar com um escritor pobretão. 



Emma viveu um romance, realizou seus sonhos como professora, escreveu um livro e nunca esteve distante da vida de Dexter, que por sinal se casou, teve uma filha, se separou, teve uma noiva, teve uma carreira decadente, perdeu sua mãe para uma doença. Imagine se ela estivesse com ele? Ela teria afundado junto. Ao contrário do que aconteceu.

Quando os dois decidem ficar juntos é o romance perfeito. Já viveram suas vidas, seus sonhos e seus fracassos, o que faz com que o tempo seja apenas para serem felizes juntos. Simples assim! Ser felizes!

Pena que o destino tem sua rota traçada desde o momento em que nascemos e infelizmente não tem como mudar essa trajetória.

Lamentavelmente podemos a qualquer momento atravessar uma rua e sermos atropelados.

O que importa é poder estar bem com nossas escolhas. Importa acordar todas as manhãs e ser feliz com a pessoa que você olha ao espelho. Viver todos os dias como se fosse o ultimo, porque de fato um dia será, e tudo isso terá sido valioso para quem foi e também para quem ficou.


Aprendi com tudo isso de amor, que depois de quinze anos suspirando por uma única pessoa deixei de conhecer outros rostos na multidão, deixei de sentir novos perfumes. E a minha vida é apenas uma só, nunca é tarde para recomeçar.












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O que é o extraordinário para você?

sexta-feira, julho 21, 2017 7 Comentários



Foi essa a pergunta que fez eu questionar meu mundo. Será que eu estou vivendo de uma forma extraordinária? Ou apenas estou acordando e deixando os dias passarem?

Uma pergunta que consequentemente nos leva a outra e outra e nos vemos num mar de perguntas que nos deixam dúvidas, estamos vivendo ou apenas sobrevivendo a nossa própria vida.

A vida é muito curta para que tenhamos vergonha de fazer ou dizer algumas coisas, mas, ela é longa demais quando vivemos amargurado com nós mesmos ou com as pessoas a nossa volta.

Eu gostaria de estar nesse exato que estou vivendo na minha vida?

Acho que vários de nós não sonhamos com a realidade em que vivemos, mas acredito que um outro tanto de nós consegue agradecer grandemente ao momento que os trouxe até aqui.

Voltando a pergunta, para mim o extraordinário sempre será o “Amor”, senta que lá vem textão.

O amor é algo que a gente não procura (OK! As vezes procuramos sim!!!), é algo que a gente não consegue impedir de sentir. Sente e ponto. Sem nada em troca. Como já dizia o incrível Carlos Drummond de Andrade “Eu te amo porque te amo”. E é assim mesmo, a gente não sabe o porquê ama aquela pessoa. Nós apenas conseguimos sentir, e mesmo muitas vezes não existindo uma correspondência no amor a gente não deixa de amar por isso, já vi gente que até ama mais ainda.

Eu acredito no amor! Já achei que havia desistido dele e ele de mim. Já achei que meu coração era gelado e que eu não tinha nenhuma gota de emoção e aí eu descobri que eu não amava a mim mesma como desejava que as pessoas me amassem. Eu já amei as pessoas acima de mim e isso me destruía psicologicamente aos poucos e parecia que eu não percebia que quanto eu mais amava, dedicava-me a essas pessoas mais “doente” ficava minha alma, mais vazia e lentamente eu me matava pouco a pouco. Não é um exagero. No momento em que a gente ama mais as pessoas do que a nós mesmos, nós nos decepcionamos mais e nos tornamos mais e fracos e dependentes dessas pessoas, como se a gente deixasse de se conhecer. É você, mas de repente já não é mais. Entende?

Tem uma fase da nossa vida que a gente entende diversos tipos de amores, e não só aquele que faz a gente suspirar e sorrir sem motivos. Nessa fase entendemos o amor de nossos pais por nós, o amor de nossos irmãos, amigos e até mesmo compreendemos o nosso amor por essas e outras pessoas.

Acredito que quando a gente vai se tornando adulto o amor vai se clareando mais em nossa vida e deixa de ser o conto de fadas que sonhávamos quando tão jovens ainda tínhamos uma vida de esperanças a viver. Claro que ainda há esperanças e vida a viver, mas a verdade é que nos tornamos mais reais.

No momento em que você se ama mais do que ama seu namorado (a), você não precisa mais dele para ser a sua metade, você precisa dele para caminhar ao seu lado e serem felizes juntos. Se não der certo ok, sabe porquê? Porque você se ama o suficiente para respirar fundo e encontrar alguém que queira caminhar e dividir uma vida com você. Dividir uma vida e sonhos com um alguém não é abrir mão de nossa individualidade e nossos sonhos para realizar os de outro alguém. Como dizem por aí, a vida é curta demais para deixar de viver.

Em um outro momento em particular da nossa passagem (e acredito que esse seja o meu) a gente já não se questiona mais sobre amar alguém, mas sim, amar o que vivemos, pessoas, momentos, e a parte mais dolorida, amar os momentos que já passaram, momentos que vivemos felizes e que não podemos mais viver. E essa é a parte em que diversos momentos nosso coração dói e precisa transbordar de alguma forma. Uma coisa que eu aprendi (obrigada pela vida), nunca fique brigado com as pessoas que lhe importam, nunca vá dormir bravo com alguém. Porque o pior é que um dia não haverá o amanhã, mas as vezes não é o seu amanhã e sim o da pessoa que você tanto adorava e amava. E eu te garanto não há nada pior que recomeçar sem saber por onde. Não há nada mais triste que as novas primeiras vezes sem que você nem se lembre quais foram as últimas vezes em que vocês viveram algo junto. Não há nada mais devastador que um dia acordar e não se lembrar, mas da voz da pessoa que você ama, ou quando você começa a esquecer como a pessoa é.

Esse é o momento em que você questiona se realmente está vivendo a sua vida de uma forma extraordinária.

E de repente, você descobre novas formas de amar novamente.

E lembra do mais importante, se uma vez houve o amor, não importa o motivo que o trouxe, nem o motivo que o levou, sempre será amor quando você se recordar. Porque fez parte de você e da sua história.


E nesse momento você descobre que pode sim viver uma vida extraordinária porque existem milhões de outras vidas que em algum momento precisarão de você e da sua história. No momento em que você tocar um coração com a sua história, respire fundo, pois você fez sua parte nessa orbita insana e magnifica que é viver.





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Ainda vinte e nove...

terça-feira, junho 27, 2017 6 Comentários


Quase em frente a portinha dos trinta anos, eu me pergunto o tempo todo, “Você está preparada Bárbara? ”, a vida real não é como a da Bridget Jones que tudo vai se encaixando e dando certo. Na verdade, a vida está bem longe de ser um roteiro daqueles de filme que eu amo assistir repetidamente.

Quantas foram as minhas conquistas e minhas derrotas?

Eu estou aonde realmente planejei estar com essa idade?

Já peço desculpas desde aqui, mas vou me perder escrevendo e me explicando, porque a verdade é que para chegar até aqui me perdi milhares de vezes e em muitas delas decidi não me encontrar mais.

Aos quinze anos eu sonhava em chegar aos dezoito e poder “fazer tudo o que eu quisesse”. Mas quem faz tudo o que quer aos dezoito morando com os pais e com uma mãe um pouco (leia-se MUITO) rígida?

Aos dezoito anos eu sentia que era invencível e que podia fazer tudo, o que muitas vezes me levou a decepções e péssimas escolhas. Conheci o meu pior e o meu melhor. Fiz amizades que ainda hoje estão em minha vida, e fazem sempre acreditar que existem sim amizades verdadeiras.

Meu plano de vida era terminar a escola, fazer uma faculdade (que eu não fazia ideia qual), me casar e ter filhos. Para você que ainda está lendo apenas lhe garanto eu mudei todo o caminho, os planos e os sonhos já não são mais os mesmos.

Aos vinte um eu achava incrível passar a madrugada “por aí” e ver o sol nascer, chegar em casa cansada, tomar banho, dormir por duas horinhas e ir trabalhar e tudo outra vez e outra e outra. Achava o cartão de crédito e o José Cuervo os meus melhores amigos. Acreditava que a faculdade era algo para depois, achava que ainda tinha a vida pela frente. E eu tinha, e ainda tenho, mas eu não sabia disso naquela época. Descobri meu amor pela Carrie Bradshaw e sonhava em ser como ela.

Aos vinte e quatro, pela primeira vez eu desejei morrer! Eu segurei minha mãe em meus braços pela ultima vez, eu senti o que seria seu ultimo suspiro, eu senti seu coração parar de bater. E pela primeira vez eu me senti perdida, senti meu coração partir ao meio. Eu aquela que por um bom tempo sabia que coração não amava, que essa coisa de amor era tudo coisa criada pela nossa cabeça, eu que era a razão e nunca a emoção, eu que nunca tinha chorado em público (sóbria), eu que há um ano atrás pela primeira vez perdi alguém importante para mim (minha avó), agora perdia minha alma gêmea, minha bipolar favorita dessa Terra. Perdia uma mãe, uma amiga, conselheira e a pessoa que acreditava mais em mim do que eu mesma. Achei que nunca iria me recuperar (e hoje aos quase trinta sei que não vou, mas aprendi a respirar fundo, aprendi a sorrir novamente e acima de tudo acreditar em mim e me amar como ela fazia). Nesse momento dei valor a tudo que minha mãe falava sobre a única herança que ela deixaria para mim seria meus irmãos. E a partir desse dia eu agradeci a Deus por todos os abraços obrigados que ela fazia um dar no outro depois de uma briga. Agradeci por ela sempre dizer que nós éramos tudo o que o outro teria sempre. Também não posso deixar de lembrar das amigas incríveis que não soltaram minha mão nem por um momento.
Um mês após todo desabar do meu mundo, fiz vinte e cinco, tirei meu passaporte e juntei dinheiro que julgava ser suficiente para poder dizer tchau e recomeçar uma vida onde eu achava que eu seria feliz de novo. E ao mesmo tempo que construí novos sonhos e planos recebi uma noticia que eu mal sabia que seria a coisa mais magnifica da minha existência nesse mundo insano. Eu seria tia, eu que não gostava de crianças, eu que era aquela que encarava as criancinhas só para ver quem olhava mais tempo sem piscar, eu que mostrava a língua para as crianças choronas no ônibus. Confesso que não foi a melhor noticia na hora que eu a recebi, confesso que ainda assim juntei um pouco mais de dinheiro para a minha viagem de descoberta, confesso que não falava com a barriga da minha irmã, confesso que não fui amável e doce, mas no meio de tudo isso eu sabia que ela precisaria de mim, sabia que ela não faria o mesmo por mim, mas sei que a minha mãe desejaria que eu ficasse. Eu fiquei! E no mesmo dia fui para o shopping gastar o dinheiro que eu havia juntado. Guardei o passaporte na gaveta embaixo de todas as roupas. Me inscrevi na faculdade. Escolhi qualquer curso, porque aos vinte e cinco eu ainda não tinha ideia do que eu realmente queria ser, apenas queria ser alguém que pudesse ser um bom exemplo e que fizesse jus a tudo que minha mãe fez por nós. Escolhi uma graduação tecnológica, aquela de dois anos de duração. Fui me descobrindo aos poucos, meu amor por aprender, por fazer algo novo, sozinha e por mim mesma. Percebi que meus irmãos tinham orgulho da pessoa que eu era a cada final de dia. E nos dias que eu queria apenas sumir eu sobrevivia por eles e por uma coisa maravilhosa chamada Arthur, que me chamava de Babá e sorria sem nenhum dentinho na boca quando eu chegava.

Aos vinte e seis sai do meu emprego depois de sete anos de trabalho. Eu permiti me conhecer na vida, no trabalho, sozinha e me amar da maneira que eu era quando me olhava. Foi algo difícil dentro de mim. Aceitar as mudanças e fazer com que as pessoas me vissem e me respeitassem da maneira que eu era e merecia. Fiz uma lista de sonhos e comecei e correr atrás para que eles se realizassem. Chorei mil vezes ouvindo “Someone Like You”. Assisti ao filme “Um Dia” tantas vezes que eu nem odeio mais o Dexter.  Fui a shows, festivais, sessões de cinema alternativo tudo sozinha. Tinha me cansado daquele “se você for eu vou”, e comecei o meu “eu quero, eu vou”.

Aos quase vinte e oito eu voltei para o mesmo emprego do qual eu havia saído, mas eu me conheci profissionalmente de uma forma que eu jamais teria a oportunidade se eu nunca tivesse saído. Terminei a faculdade. Fiz um TCC maravilhoso sobre o “Empreendedorismo Feminino”. Tive uma nova experiencia de emprego nesse tempo. Fiz um curso incrível da Dale Carnegie. Me tornei um ser humano melhor. Aprendi a lidar com o meu stress. Aprendi aceitar opiniões diferentes da minha. E amei o feminismo de uma forma que não tem definição.

Encontrei algumas novas pessoas incríveis com historias tão inspiradoras que eu sinto a vontade de contar ao mundo.

Continuei riscando shows da minha lista infinita de “shows para assistir antes de morrer”, tive aquelas férias inesquecível com as minhas amigas em Buenos Aires, algo que eu planejava há uns três anos e que nunca saia do papel.

Troquei as baladas por maratonas na Netflix. Troquei a tequila por qualquer coisa não alcoólica.

Aos vinte e nove, me senti tão sem importância diversas vezes diante do mundo, diante das coisas horríveis que eu lia diariamente sobre o mundo, sobre as coisas ridículas da politica do meu país, sobre o assassinato de mulheres todos os dias por motivos tão banais. Comecei a questionar minha existência nesse mundo. Será que é a crise dos trinta? Eu ainda não tenho uma casa só minha. Eu não quero dirigir. Eu quero um closet e um escritório. Alguém me entende?

Parei de ter vergonha de dizer que não quero me casar, parei de ter medo dos olhares julgadores quando eu digo que eu não quero ter filhos. Acho admirável duas pessoas dizerem sim num altar ou onde quer que seja, mas eu não tenho esse sonho. Acho que ter um bebe crescendo dentro de você deve ser a coisa mais extraordinária que uma mulher pode sentir, mas eu não quero. Eu não quero um bebe dentro de mim. E se um dia a maternidade fizer parte do meu plano ou se eu precisar me realizar com ela, eu adoto uma criança. Simples assim.  Eu sei que seria uma boa mãe, pois me esforço para ser sempre boa em todas as coisas que eu faço, mas, emprego você pede a conta quando não te agrada, faculdade você muda de curso, namoro você termina, mãe é algo que é para sempre você amando ou não o fato de ser uma. Eu tive uma que amava a profissão mãe e que fazia tudo com tanta devoção e amor que eu sei que jamais seria nem metade do que essa mulher foi para mim. Admiro depois de um dia de trabalho cansativo minha irmã chegar em casa e ainda fazer lição com um garotinho de cinco anos que está na fase de alfabetização e ela precisa ter calma e paciência mesmo depois de ter atendido diversos pacientes num dia exaustivo de trabalho.

Admiro as mulheres que tem carreira e uma família e conseguem levar as duas coisas. Admiro mais ainda aquelas que sozinhas cuidam de filho e de si mesmas.

Aos vinte nove e onze meses, me questiono se estou vivendo da melhor maneira que eu posso? Correndo do amor, com medo que tudo de errado como sempre. Ou com medo de dar tão certo que eu vou achar que estou vivendo um filme.

Eu parei de planejar, parei de fazer planos e planos e achar que posso escolher a hora certa para amar, ou quem amar. Tudo acontece na hora exata, acredito eu. Todos temos um amor por aí para viver. Talvez até já o vivemos e nem demos conta. Eu ouvi “Lay me Down” até parar de chorar e compreender que amores assim só existem em músicas, filmes e livros. Ok! Eu ainda choro as vezes ouvindo ela, dói meu coração.

Comecei a acreditar em amizades eternas. Amores eternos não são necessariamente aquele tipo de amor que sentimos por uma pessoa, mas também por um amigo, que muitas vezes são mais nossas almas gêmeas do que qualquer outro alguém. O magnifico em se tornar adulto é que você se torna menos dependentes dos seus amigos, mas nunca deixam de estar próximos mesmo não se vendo mais todos os dias ou mandando mensagens o dia todo. Simplesmente você sabe que a pessoas estará ali e ponto, sem nada em troca.

Acredito que o mais importante que eu consegui extrair desses anos vividos é que se eu não me amar ninguém fará por mim. Se eu não me entender, me respeitar e acreditar nas minhas escolhas, ninguém irá fazer por mim.

Ame-se para que outra pessoa possa conhecer você por inteiro.

Eu parei de planejar e comecei a viver a minha vida e não a vida dos meus sonhos.

Que os trinta traga maturidade¹ porque eu preciso tanto disso!


Enfim, trinta! 

Agora faltando um mês para o apagar de velas tão esperado desde o momento que apagamos as velinhas dos vinte e nove e nesse tempo que passou aprendi que para sermos felizes aos trinta e um temos que esquecer as neuras e paranoias que vivemos em nossos pensamentos e em nosso dia-a-dia aos trinta. E que você seja você mesma, simples assim.



¹maturidade
 substantivo feminino
1.      1estado, condição (de estrutura, forma, função ou organismo) num estágio adulto; condição de plenitude em arte, saber ou habilidade adquirida. "m. intelectual"
2.      2termo último de desenvolvimento. "m. das ciências"



E vocês estão preparadas para os trinta?? Espero que tenham gostado de conhecer a minha verdade contada nessas linhas.



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Dicas de Filmes para Assistir na Netflix

domingo, abril 23, 2017 13 Comentários



Sabe quando a gente ama uma pessoa, mas parece que nunca iremos ficar junto dela?

Se você assim como eu ama essas histórias de amor que parecem que nunca vai dar certo (e ás vezes não dá mesmo), aproveita essas 5 dicas de filmes que você encontra lá na Netflix.


1 – One Day – Um dia Ano: 2011


Dexter Mayhew e Emma Morley se conheceram em 1988. Ambos sabem que no dia seguinte, após a formatura na universidade, deverão trilhar caminhos diferentes. Mas, depois de apenas um dia juntos, não conseguem deixar de pensar um no outro.

Os anos se passam e Dex e Em levam vidas isoladas - vidas muito diferentes daquelas que eles sonhavam viver. Porém, incapazes de esquecer o sentimento muito especial que os arrebatou naquela primeira noite, surge uma extraordinária relação entre os dois.
Ao longo dos vinte anos seguintes, flashes do relacionamento deles são narrados, um por ano, todos no mesmo dia: 15 de julho. Dexter e Emma enfrentam disputas e brigas, esperanças e oportunidades perdidas, risos e lágrimas. E, conforme o verdadeiro significado desse dia crucial é desvendado, eles precisam acertar contas com a essência do amor e da própria vida.

Pode conter Spoilers ↓↓

O QUE EU ACHEI DO FILME: não posso mentir que depois de assistir pela primeira vez ao filme eu sentia raiva do Dexter em vários momentos. Sentia raiva porque a Emma vivia sua vida pela metade, como se ela realmente esperasse ele para sempre. Acabou que o filme se tornou um dos meus favoritos. A Emma é uma mulher extraordinária, e ela nunca deixou de estar e presente na vida do Dex, mesmo quando ele não merecia. Achei que o filme foi fiel ao livro em quase tudo. Acho incrível como ano a ano nas cenas do filme vemos as mudanças de gíria, roupas, corte de cabelo e principalmente das músicas. Quando eu estava lendo o livro, descobri que a Anne Hathaway seria a Emma e fiquei ansiosa para ver ela em cena, para mim ela é uma das melhores atrizes que temos na atualidade.



2 – Love, Rosie – Simplesmente Acontece – Ano:2014

Rosie e Alex são melhores amigos e inseparáveis desde a infância, compartilhando sempre um com o outro os experimentos da vida amorosa, os sonhos, e à vontade de ambos de sair da cidade. Embora exista uma atração entre eles, os dois mantêm a amizade acima de tudo. Um dia, Alex decide aceitar um convite para estudar medicina em Harvard, nos Estados Unidos, ao mesmo tempo que Rosie descobre uma gravidez indesejada. A distância entre eles faz com que nasçam os primeiros segredos, enquanto cada um encontra outros namorados e namoradas. Mas o destino continua atraindo Rosie e Alex um ao mundo outro sempre.

Pode conter Spoilers ↓↓

O QUE EU ACHEI DO FILME: eu assisti ao filme antes de ler o livro, na verdade eu não ia ler, mas o filme foi tão legal que eu pensei que valeria a pena ler, e acreditem, o livro é muito melhor (quase sempre é assim né?). Mas acho que se eu tivesse lido antes não teria amado o livro, ele é diferente já que é todo contado através de cartas, cartões postais, SMS e e-mails, o que também tem no filme, só que o entendimento é diferente em ambos. No filme os atores são jovens demais até quando já estão mais velhos e eles não passam a mesma quantidade de tempo separados no livro. Eles jovens a história do filme é mais legal acredito que porque estamos assistindo, mas eles mais velhos no livro é maravilhoso, até o amor deles parece maior pelo livro. Amo e odeio os desencontros da vida de Rosie e Alex. Mas é uma final daqueles que a gente espera que possa ser feliz!




3 – A Lot Like a Love – De repente é Amor – Ano: 2005

Oliver e Emily se conhecem em um avião que vai de Los Angeles para Nova York. Ele é um recém-formado que planeja seguir seus planos de vida de forma que consiga alcançar sucesso profissional e encontrar o amor. Ela é espontânea e indisciplinada, vive a vida leva ao invés de fazer planos. Oliver e Emily imediatamente sentem atração um pelo outro, mas as características de ambos são incompatíveis.
Nos sete anos seguintes a esse encontro eles se reveem várias vezes, e começam a se conhecer, tornando-se grandes e bons amigos. Mudam de emprego e de parceiros diversas vezes, porém nunca deixam de se encontrar.
Ambos sofrem com relacionamentos que falharam e, finalmente, num novo reencontro, eles se dão conta que podem ser o par que o outro procurava.
Pode conter Spoilers ↓↓

O QUE EU ACHEI DO FILME: Amo a Amanda, amo o Ashton e amo a trilha sonora desse filme. Ele é incrivelmente lindo para mim do começo ao fim. É interessante como vemos o crescimento dos personagens com o passar dos anos. Amo quando o Oliver vai até o cemitério levar flores para a mãe da Emily. Amo quando eles fazem a viagem de carro comendo um monte de porcarias e cantando “If you leave me now”. Amo quando eles tiram aquela foto abraçados. Amo quando o Oliver vai até a casa da Emily e canta “I’ll be there for you” todo desafinado tocando guitarra. É um filme que você não deixa de torcer para que eles tenham um final juntos.




4 – Blue Jay -  Ano: 2016

Amanda volta a sua cidade natal na Califórnia para ajudar sua irmã que tem um bebe pequeno. Por acaso ela encontra Jim, seu namorado de 20 anos atrás, quando estavam no Ensino Médio. O encontro que se deu por acaso, acaba se tornando uma viagem sensível e saudosista ao passado que compartilharam. Eles acabam refletindo sobre as pessoas que foram, que se tornaram e suas vidas atuais, que no momento parece não ser realmente aquilo que eles planejavam viver a essa altura de suas vidas.

Pode conter Spoilers ↓↓

O QUE EU ACHEI DO FILME: o filme é sensacional! Poderia parar por aqui com o que eu tenho para dizer! É um filme preto e branco, o que dá um charme ao filme, mas que eu particularmente parecia conseguir ver em cores, porque a história é atual, não parece em nada com filmes antigos. Sabe aquele amor de escola? Amor adolescente? Aquele amor que a gente acha que é para sempre? O encontro de Amanda e Jim se dá logo no início do filme e a gente acaba até se esquecendo que ela está na cidade para ajudar a irmã. A história nos prende a cada segundo e mais ainda quando Amanda encontra nas coisas pessoais de Jim, algumas gravações antigas sobre eles e você não consegue parar de assistir até saber o porquê eles “deixaram de se amar”. É aquele tipo de filme que temos que assistir para crescer um pouco com a vida dos personagens. A Sarah é uma atriz incrível e o Mark além de atuar, também criou o roteiro do filme.



5 – The Best Of Me -  O Melhor de Mim -  Ano: 2014

Amanda e Dawson se apaixonaram perdidamente na primavera 1964. Ela, uma garota bonita e de família tradicional, via no namorado um porto seguro para toda a sua paixão e seu espírito livre. O pai da garota não aprovava o relacionamento. Separados pelo destino, cada um seguiu o seu caminho. Duas décadas mais tarde um funeral faz com que os dois voltem para sua cidade e inevitavelmente se reencontram, trazendo à tona sentimentos que estavam perdidos no passado. É o momento de ver se os sentimentos persistem e avaliar as decisões que tomaram na vida.

Pode conter Spoilers ↓↓

O QUE EU ACHEI DO FILME: confesso que estava um pouco cansada das histórias de amor do Sr. Sparks, e todos os seus clichês, mas esse filme me fez triste no fim. E quem não ama um bom filme triste? O filme vai pelo caminho de qualquer filme do Sparks, dois jovens que se amam e estão destinados a não estarem juntos, alguém morre, alguém sofre, alguém conta a história. Para mim a melhor parte sempre é quando o casal se reencontra e vêm à tona tudo aquilo que por vinte anos ficou trancado, mas que agora eles têm a chance de dizer. O final vale as lágrimas.



Como deu para perceber eu amo filme de romance que o casal vive em timing errado. Acredito que esses amores que sobrevivem valem a pena, nem que infelizmente a gente espere os tais vinte anos.  Amo os diversos “E se” que ficam vagando no ar. Amo como a gente tenta resolver as histórias e como nos colocamos no lugar desses personagens.

As dicas vieram através minha participação na  “Blogagem Coletiva” do Grupo Blogueiras Interação & Inspiração.




Espero que gostem das dicas dos filmes, porque de algum modo foram filmes que me tocaram, através de suas histórias, sua trilha sonora, sua fotografia e seus atores. Vale a pena assistir. E depois volta aqui para me dizer o que achou.


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